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Ononono Valeu!
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O livro No Meio do Caminho tem uma cara diferente da média dos livros. Ele foi pensado para atender ao público da Educação de Jovens e Adultos, o que inclui pessoas idosas com vista cansada. Alunos de EJA podem ser grandes leitores, que mesmo fora da escola continuaram lendo com frequência, mas podem também ser novos leitores, que leram quase nenhum livro até hoje. No Meio do Caminho foi pensado para atender inclusive os novos leitores literários. Por isso o seu projeto gráfico foi feito para tornar a leitura o mais agradável possível. O tamanho da letra é maior, a diagramação é

Quem não sabe como um livro é feito acredita que o escritor escreveu tudo o que está ali publicado daquela forma desde o início. Isso não é verdade. Um livro sempre passa pelas mãos de um bom revisor que fará uma minuciosa leitura antes dele ser publicado O revisor não deixa o autor passar vergonha. Ele corrige erros de digitação, de ortografia, de concordância. Padroniza situações textuais em que não existe apenas um “certo” a se fazer. Percebe rimas indesejadas e combinações de palavras que soam truncadas ao serem lidas rapidamente. O revisor da minha vida é o jornalista e estudante de

A capa e as ilustrações internas do livro No Meio do Caminho foram feitas pelo ilustrador, designer e fotógrafo Júlio Mahr, prestes a se formar em Cinema pelo Instituto Federal de Goiás. O ipê amarelo da capa é uma dupla referência. A uma das crônicas do livro (É primavera!) - em que um taxista paulistano fala sobre sua admiração por esta árvore florida - e ao cerrado goiano, que produz essa beleza. Foi uma forma que eu, mineira, encontrei de homenagear Goiás, o estado onde hoje vivo. As ilustrações internas abrem os três capítulos do livro. As histórias foram divididas entre ônibus, metrô

Este site foi criado no ano passado. Escrevi alguns posts, mas não cheguei a divulgar seu endereço. Agora resolvi retomar esta empreitada. E começar tudo de novo. Apaguei os posts que havia publicado. Fica sendo este aqui o primeiro. Tenho mania de fazer e refazer coisas. O primeiro blog que tive chamava Tapete de Penélope, por causa da amada de Ulisses na mitologia grega que tece e destece tapetes esperando ele voltar da guerra. Comecei o blog-tapete quando meu namorado, hoje marido, morou um ano fora do Brasil em seu doutorado (sim, sou romântica, me perdoem!). Nele eu falava de relacionamento